Não faz muito sentido. Mas é fato.
Recentemente, tenho tentado abraçar muita coisa. Não tem como ser só um e tentar tocar uma banda pra frente, se dedicar ao trabalho, a quatro disciplinas na faculdade e ainda tentar ser uma pessoa normal nos intervalos. Normalmente, isso leva a uma condição de surto-psicológico-punk (o qual eu já passei - e não é legal) e leva a pessoa a se auto-diagnosticar estressada. É altamente recomendável parar, rever alguns conceitos, e de repente até tirar alguns dias de folga, descansar, numa casa de campo talvez, longe de tudo, onde o barulho e a preocupação do mundo moderno não pudessem atrapalhar.
Eu fui pra São Paulo
(Eu disse que não fazia sentido)
Claro que a real intenção da coisa toda não foi ir pra SP pra descansar. Nós quatro - eu, a Gabi, a Liange e a Raquel, tirando a Gabi todo mundo se conhecendo na viagem - fomos para a capital paulista para participarmos do Pixel Show, evento de design que aconteceu dias 10 e 11. Porém, fomos na quinta para conhecermos a cidade, passearmos, faltarmos trabalho, e claro... fazer compras! Mas antes do estrago feito aos nossos bolsos que se iniciou na 25 de Março, a viagem começou beeeem antes.
Yeah... I'm gonna have to move on...
Acordar as 4h da manhã não é tão difícil. Acordar as 4h da manhã num dia frio e chuvoso, depois de ir dormir a 0h30min, logo depois de ter feito a mala e a barba com os olhos caindo de sono, é bem diferente. Estrago feito, 4h45min de quinta-feira estava eu saindo de casa com a mãe em uma sacada e a tia na outra, sob recomendações mil de como me portar em São Paulo:
- Se cuida! Olha os assaltos! Andem junto! Tá levando roupa o bastante?!
- Olha os outros na rua! Cuidado pra não se perderem! Se cuida no avião!
- VÃO DORMIR AS DUAS! TÁ 5º GRAUS E VOCÊS DUAS DE MADRUGADA BERRANDO DE PIJAMA NA RUA! VÃO ACORDAR OS VIZINHOS! EU ME CUIDO! TCHAU!
Depois dessa maravilhosa demonstração de educação, fui pra rodoviária.
Cheguei a tempo pra pegar o ônibus das 5h30min, o primeiro do dia. Aguardamos um pouquinho chegar toda a galera, tinha até conhecidos no ônibus, e então, partimos. Mal acreditei quando percebi: olhei para os dois lados do ônibus e vi que ele estava completamente cheio, exceto... o banco ao lado do meu. Bendito nº 17. Fones no ouvido (Muse, "New Born"), lá vamos nós.
(Importante citar: nesse momento o motorista foi até os passageiros, como de costume, e falou algumas palavras. Como eu tava com os fones de ouvido, só deu tempo de ouvir ele falando "... tenham uma boa viagem." Ele pode tanto ter dito "Espero que estejam confortáveis e tenham uma boa viagem" como "Eu sou depressivo, tenho tendências suicidas, mas tenham uma boa viagem", não importa. O que importa é que eu teria uma boa viagem)
Devo dizer nesse momento que Caxias, com uma névoa básica e com aquele silêncio do início da manhã, é bem bonita. Eu até teria tirado algumas fotos, caso não fosse tosco tirar fotos da própria cidade as 5h da manhã.
A viagem seguiu tranqüila. Adorei a hora que tocou no meu celular "Move On", do Jet, melhor música de viagem da história. O momento mais emocionante da ida, porém, foi aquele em que eu sempre percebo que estou chegando em Porto Alegre: o Motel "20 Ver". Gosto de pessoas otimistas, que buscam criatividade até na hora de se fuder. Logo passamos pelos já clássicos motéis "Xangai", "Camelot" e "Portal" (respectivamente, chinês, medieval e esqueci o outro) e logo pelo "Motel Urora", antigo "Aurora", até o momento em que o "A" inicial do luminoso perdeu a força (teria ele broxado?) e não acendeu mais. Tão triste. Manter um motel hoje em dia é literalmente foda.
Mais pra frente, novidades! Do lado do Motel Tigresa, temos a churrascaria do Tigrão! Realmente, um casal de estabelecimentos lindos, que sempre ficam juntos na hora de comer, não importando de que sentido da palavra estamos falando. Cheguei em Porto Alegre assim que acabaram as piadas de duplo sentido com motéis. Próxima parada: aeroporto!
The Great Gig In The Sky
Ainda na rodoviária, meio perdido, prestes a ligar para alguém pra ver se me acham, vem uma moça simpática na minha direção e fala "Oi! Tu que é o Sam?". Primeiro: adoro que me conheçam por Sam. Segundo: eu adoro mesmo que me conheçam por Sam. Me lembro de dar as coordenadas pra Gabi pra Raquel me encontrar na rodoviária: "quando ela ver alguém ruivo, verde e xadrez, pode ter certeza que é eu". Poderia ser uma toalha de pic-nic irlandesa voando ao vento também. Mas naquele momento era eu. Pegamos um táxi e fomos para o aeroporto.
Em instantes, estávamos os quatro reunidos. Check-in feito, andamos um pouco pra matar tempo até a hora de ir. Chegado o momento, passamos pelo detector de metais. Fui o último. Tirei a chave, o celular e fui. BLEEEEMMM!!! Tirei a chave, o celular e a carteira. BLEEEEMMM!!! Tirei a chave, o celular, a carteira e a jaqueta. BLEEEEMMM!!! Tirei a chave, o celular, a carteira, a jaqueta e o CINTO. PLIM! Passei tranquilo. Sentindo-me nu, mas tranquilo.
Depois de alguns minutos tendo de aguentar a Ana Maria Braga, embarcamos. Os comissários de bordo tentaram nos ensinar as manobras de segurança e blá blá blá, mas não, a gente queria mesmo era voar! Eles oferecem balinhas, conversam contigo, tudo enquanto o avião começa a andar, pra tu nem perceber. Mas os quatro "voadores" de primeira viagem queriam era mesmo ganhar os céus. O avião começou a pegar embalo. A cena que eu já vi mil vezes na janela do trabalho tava acontecendo, comigo dentro. Comecei a bater com os punhos fechados nos joelhos falando baixinho "vai, vai, vai, vai!" e então de repente... ele sobe.
As casinhas ficam menores ainda. As nuvens surgem. O tapete branco de algodão então se estende, deixando claro que sim, você está no ar. Realmente: voar é o máximo.
E ainda tem comida de graça.
Feliz Aniversário! Envelheço na cidade!
São Paulo é foda. A 5ª maior cidade do mundo (segundo meu irmão) se resume do alto a prédios e cinza, muito cinza. Mas é lá embaixo que o bicho pega. Beeeem lá embaixo.
Chegamos no aeroporto e logo pegamos um táxi pra ir pro hotel. Devidamente instalados, saímos de lá, comemos esfihas ali perto e nos dirigimos a 25 de Março para começar os serviços financeiros. E claro, para andar em SP, nada melhor que o metrô.
A começar pelo atendente, que deu informações sorridente pra caramba (tinha acabado de vender R$ 40 em bilhetes, tinha mais é que sorrir mesmo), até a limpeza do lugar e as pinturas e obras artísticas (!) espalhadas, não há como não dizer que o metrô paulista é uma obra e tanto. Senti invejinha naquele momento.
Outra coisa muito bacana são as escadas rolantes. Há um aviso em todas que diz "Quem fica a direita deixa a escada livre para locomoção". Eu nunca soube que tinha escada rolante com duas pistas, mas em SP tem. E depois de ficar muito no meio da escada rolante (e de ouvir muito "com licença, por favor") vimos que realmente, as pessoas sem pressa ficam a direita e as pessoas com pressa descem ou sobem correndo pela esquerda. Idéia genial.
Chegamos ao nosso tão comentado destino. E foi aí que percebi mais uma vez a grandeza de São Paulo. É como se em algum momento da história do universo, alguém tivesse pego a Rua da Praia em Porto Alegre, posto ela num caldeirão com uma poção de aumento e multiplicasse ela por 10. Essa é a 25 de março: preços baixos, variedade de produtos e muita, mas MUITA gente.
(Pensamento de gaúcho: de onde que sai TANTA GENTE as 16h! Esse povo não trabalha!)
Compras feitas (pelas garotas), fomos até Bom Retiro, um reduto muito mais conceituado do que o camelozão que é a 25. Lá fiz a primeira compra da viagem, uma camiseta do Einstein indicada pelas gurias. Catei uma gravata daquelas fininhas e tentei enxergar algum colete, mas não encontrei. Ficou pra próxima.
Metrô, hotel e shopping jantar. O escolhido da noite foi o Pátio Paulista, na Avenida Paulista, que com o seu piso branco parece um hotel de luxo. Além de lojas lindonas e uma livraria gigantesca, o shopping ainda tem um restaurante estilo fifties, onde os atendentes usam um uniformezinho bem da época, estilo "De Volta para o Futuro". Felizmente, a gente só viu depois de comer, porque devia ser meio carinho. Depois da janta com uma cervejinha pra acompanhar, fomos pra casa.
Like you imagined when you... were young...
Ao som de "When You Were Young", que virou o despertador do quarto em São Paulo em detrimento ao meu tradicional despertador irish-punk dos Dropkick Murphys, acordamos na manhã de quinta e partimos em direção ao bairro oriental da Liberdade. E chegando lá, eu tenho que dizer: era como se o Brandon tivesse cantando só pra mim (desejo nada secreto de muita amiga minha) que o bairro da Liberdade era exatamente "like you imagined when you were young" e lia sobre ele e seus infindáveis bonequinhos e gibis e mangás nas saudosas revistas Herói e Heróis do Futuro. Bons tempos.
O Bradesco tem uma fachada oriental. O McDonalds tem uma fachada oriental. Até o hot-dog prensado a R$ 1,50, que devia ser uma delícia, era oriental. Nossa primeira parada foi num mercadinho - oriental, claro - onde entramos com a câmera na mão tirando fotos dos produtos tri emocionados, parecendo turistas japoneses, enquanto os donos do mercado provavelmente riam da gente. Mais ou menos como a gente faz quando eles tiram foto de algo tosco pra nós. Malditos orientais: vocês ensinaram sua sabedoria, nós ensinamos nossa ironia. Maldita inclusão digital.
Logo, fiz meu primeiro grande estrago financeiro: depois de muito pensar, comprei um boneco do Shaka de Virgem ("ele não abria os olhos no desenho, né?", disse o vendedor), um boneco do Maes Hughes, do Full Metal Alchemist (o cara mais legal do desenho - maldito episódio 25!) e uma pelúcia do melhor amigo do homem (se ele for italiano e encanador), Yoshi! Não vou citar o quanto gastei aqui, mas foi uma prévia para um Dia da Criança beeem feliz.
Lá pelas 14h e pouco, fomos almoçar. Depois de andar muito, paramos num restaurante meio escondido, daqueles que tem uma casa de gueixas nos fundos e são constantemente atacados pela Yakuza. Mas ao invés de coreanos raivosos de cabelos brancos, encontramos... Seu Agnaldo, o japa mais legal da história!
(Detalhe: ele provavelmente era nordestino.)
Na dúvida entre comida japonesa e chinesa (sim, tinha as duas cozinhas no mesmo lugar), optamos pela chinesa e pedimos Yakisoba. Pedimos uma porção para uma pessoa eu e uma a Raquel, enquanto a Gabi e a Liange pediram uma porção para duas pessoas cada uma. Na hora da bebida, nos chamou atenção um tal de "ban-chá". Gostamos dele porque custava míseros R$ 2,00, mas a curiosidade ajudou bastante. E foi aí que o seu Agnaldo começou a ganhar pontos com os caxienses:
- Tem gosto de que esse ban-chá?
- Olha... vocês querem saber mesmo?
- Sim, a gente quer!
- Então... (paulista fala muito então...) Sendo bem sincero com vocês... não tem gosto de nada. É só uma água quente, bem de leve que ajuda na digestão.
- E é bom?
- É, é bem bom sim. Faz assim, eu trago pra vocês experimentarem, pode ser?
Levantamos para ir lavar as mãos e as gurias foram ver no balcão os salmões. Voltamos a mesa e fomos servidos de ban-chá. E era delicioso. Além do fato de ser uma chaleira que dava muito bem para quatro pessoas (ele é tomado naquelas cumbuquinhas orientais), ele tinha um aroma de - segurem-se - "terra-molhada-de-fazenda-embaixo-da-árvore-com-aroma-do-jardim-da-vó" ou o que quer que seja similar a isso. Mas era bom. Ponto pro seu Agnaldo.
Logo veio o yakisoba. Ao contrário do que pedimos, veio uma porção pra duas pessoas e mais uma para uma pessoa. Falamos para o seu Agnaldo que veio errado, mas na sua calma oriental-nordestina, ele apenas disse "Não, acho que tá bom pra vocês isso. Se precisarem daí vocês pedem mais depois". E deu na medida certa, não sobrou nem faltou. Planejamento Estratégico Alimentar do seu Agnaldo: Yes, we can.
Mas é claro, estávamos apanhando dos hashis (os pauzinhos pra comer) e claro, chamamos o seu Agnaldo pra trazer talheres ocidentais chatos. Mas não tema, com seu Agnaldo não tem problema! Ele logo nos explicou a técnica de prender uma borrachinha no canto dos hashis e então, "voi lá!", estávamos comendo com pauzinhos! Mais pontos para o seu Agnaldo!
E então, como se já não estivesse bom o bastante, talvez por causa da vibe zen do lugar, ou talvez por inveja do seu Agnaldo mesmo, os carinhas da cozinha que as gurias falaram antes enviaram a nossa mesa um prato chiquérrimo de salmão pra gente experimentar, totalmente de cortesia. Era como se Buda tivesse aparecido e dito "atendam bem a mesa 12". Ok, Buda é indiano e não tem nada a ver com a história toda, mas teria curtido um salmãozinho também.
Na hora de sair, foto com toda a galera da cozinha. Pagamos a conta, com direito a desconto do Sr. Miyagi (sim, tinha UM japa na birosca toda) e nos deparamos com a maravilha verde-radiotiva do bairro da Liberdade: Melona! Não vou dizer o que é, mas vale a pena conhecer a Liberdade só por causa dele.
Ah, eu esqueci de citar, mas a gente começou o dia na Starbucks! Tomei o café preto de lá e ele é... exatamente igual a um café preto normal. Só bem mais caro. Como só pedimos as bebidas pra ganharmos os copinhos, completamos o nosso café com salgadões de R$ 1,30 numa padaria perto. Poupar é o que há.
Saindo da Liberdade, fomos pra Galeria do Rock. Não há muito o que falar de lá, a não ser: COMPRE MUITAS CAMISETAS. A variedade é imensa e elas são super baratas (eu comprei três). Sem falar dos bottons, que são baratíssimos (adoooro!). E olha que a gente só viu um andar da galeria toda. Mas ela é fácil de imaginar: All-Stars, couro, jeans e xadrez. E muita gurizada. Essa é a Galeria do Rock.
Foi nesse momento que percebi que só tinha R$ 70,00 pra passar dois dias.
Saí de lá torcendo pra não achar nada legal na nossa próxima parada.
Madalena, Madalena...
Como era de se esperar, eu me enganei.
Primeiro, a Vila Madalena é longe. E pareceu mais longe ainda considerando o lugar onde a gente tava. Eu não sei o quanto a gente andou, mas chegou um momento em que eu pensei "nunca mais vou reclamar de andar horrores em Porto Alegre".
A primeira grata surpresa da Vila Madá, como eles chamam, foi a King 55, com sua belíssima parede amarela com um desenho de uma menina escrevendo "FUCK". E a loja é foda. E cara. Caríssima. Digamos que estabeleci um novo parâmetro de camisetas caras: R$ 98,00. Felizmente, eu não tinha mais dinheiro. Saí de lá com revistas distribuídas de graça e, claro... bottons.
(Ah, sem contar a cena gay com a bolsa do David Bowie. Mas essa eu conto pra quem me encontrar ao vivo, porque eu tenho que encenar. Mas poxa... era o Bowie gente. Vocês me entendem.)
Mais pra frente, meio que seguindo um caminho invisible, meio perdidos, passamos por uma banca de camisetas que humildemente chamava-se "Banca de Camisetas". E tudo aquilo que eu procurei e não achei na Galeria do Rock encontrei ali em uma camiseta: "Quem Twitta o rabo espicha". Sério... sofri muito por não ter grana. Sofri tanto que falei pra moça que atendia "deixa eu ver os bottons que é a única coisa que eu tenho dinheiro pra comprar". Ela deve ter ficado com pena e disse "ah, pode levar um!". Sam ficou feliz.
Pedimos informação para seguir o nosso rumo e finalmente, algumas quadras depois, chegamos a maldita loja do Ronaldo Fraga. Foi uma cena comovente: enquanto as garotas saíam correndo em direção ao totem vermelho com os tradicionais óculos marca registrada do estilista, eu ia para o outro lado da rua em direção a uma placa que dizia "O Melhor Bolo de Chocolate do Mundo". Gostos são gostos, homens são homens e é assim que o mundo funciona.
Saímos de lá meio decepcionados - a loja era cara e não dava pra tirar foto, e "O Melhor Bolo..." era só o nome da loja - e pensamos em tentar sair na sexta ainda. Mas a idéia mais urgente era sair da Vila Madá e ir pra casa. Pedimos informação novamente de como ir para o metrô e foi mais ou menos isso que escutamos:
- Assim, cê pega essa rua e segue reto toda vida! Quando chegar no final, vira a esquerda e tá lá!
Aí vem a questão primordial: onde acaba o segue reto toda vida? É meio relativo, saca? Só sei que passamos por muitas ruas e vielas e muros com grafites fodas até que uma hora, não sei como, chegamos ao fim do segue reto toda vida. Eu achei que tava em Caxias já, de tanto que andei.
Chegamos ao metrô e logo ao hotel. Depois de muito discutir o que fazer, decidimos ir pela Paulista no melhor estilo "segue reto toda vida" até encontrar um bareco com comida e bebida. Só que saímos meio tarde de casa. Mas fomos. E a medida que a gente tava indo, os bares iam fechando com a gente. Já era umas 22h30min. E a gente com fome. Muita fome.
23h. A gente já tinha passado até por uma loja do Baú da Felicidade, mas não tinha parado pra comer ainda. E tinha que voltar a pé pra casa, porque metrô não rolava e táxi menos ainda. E tava com fome.
No meio da Avenida Paulista, longe do hotel e muito mais longe de casa, sem grana e com fome, as 23h e pouco da noite e São Paulo acontecendo ao nosso redor. E agora, comofas?
(Ok, péssimo gancho... mas continua)
6 comentários:
FANTÁSTICO ... eu escrevo um comentario mais decente depois (da um desconto eu to na vã passando pela osvaldo =P) e a gente precisa de férias pra ontem ahhahaha
bjos sammm amei viajar contigo =D
esse final fico bem suspense...
... vai fazer festa, ora!!!!
ps1. yoshiiiiiii! quero ver!
ps2. o que tu tem contra pessoas que batem foto da cidade em que moram às 5 da manhã? O.o
fiquei com vontade de vistar SP e de viajar de avião :( "Poderia ser uma toalha de pic-nic irlandesa voando ao vento também." euri UIHSHUASD XD
Eu PRECISO ir na 25 de Março!
tu traduziu muuuito bem as minhas experiencias (e os meus comentarios) na ida de Caxias até POA e do avião até SP - como viajante inexperente!!! Cara... tu escreve muito bem.
Barbara
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