Sim, caro leitor habitual, casual, passivo e ativo deste blog. Este que vos escreve está em férias e só tem motivos para se alegrar em relação a isso. Ok, são apenas 11 dias e uma manhã (isso contando com os finais de semana), mas não há nada que possa alegrar mais esse jovem menino do que sair da frente do computador e poder relaxar um pouco.
(Neste exato momento, estou nos laboratórios de informática da UCS. Vim entregar um livro que eu não podia renovar já que havia alcançado as 20 renovações máximas (maldito Frank Herbert, quem mandou fazer Duna tão grande!). Se alguém souber de mais alguém que alcançou as 20 renovações máximas me avise. E se souberem de alguém que já ficou preso 5 vezes na saída da biblioteca porque seu livro não foi retirado corretamente, avise-me também. Enfim, acabei vindo para os laboratórios me atualizar nas notícias do mundo nerd-pagão e escrever (dar sinal de vida) no blog. Estou com o fone de ouvido ligado no computador e sentado de forma incorreta na cadeira, com a coluna pedindo para doer.)
Ou seja, nada mudou.
Mas tirando isso, é bom estar de férias. Não sei se já contei alguma vez aqui, mas gosto muito de escrever (jura?!). Escrevo o que chamo de histórias em quadrinhos (mas só escrito mesmo) em forma de contos que envio para os meus amigos e habituais leitores. Tempos atrás, comecei a escrever elas a mão, não diretamente no computador, como o habitual. E a diferença é gigantesca. A escrita a mão simplesmente flue mais. As idéias jorram. E o seu único limite é a canseira que dá usar os braços um pouco. Mas toda vez que me canso, eu penso "não, eu vou sair daqui por que minha mão tá cansando e provavelmente vou ir jogar videogame e isso vai ser ridículo" e então fico lá mais um pouco, escrevendo, numa atitude totalmente sadô-masô da literatura. Mas vale a pena. Conselho para todos então: escrevam a mão.
Outra coisa que as férias permitem é por as leituras em dia. Recentemente, na minha ida a Porto Alegre, comprei dois volumes que me deixaram felicíssimos (viva a livraria Cultura - me dissram que vou passar mal se conhecer a FENAC): DC Comics Encyclopedia e Lost Girls. O primeiro, uma enciclopédia do universo dos quadrinhos da DC Comics, foi uma compra tosca, confesso, totalmente fanboy. Ninguém compra uma enciclopédia desatualizada em cinco anos e ainda em inglês. Mas ao mesmo tempo posso falar "cara, tenho uma enciclopédia tri massa e em inglês!" e isso já vale o preço que ela custou. O outro "gibi", se é que podemos chamar assim, é uma história erótica de três mulheres que já bem vividas, ficam presas num casarão austríaco durante a segunda (ou seria primeira?) guerra mundial. Os seus nomes: Dorothy, Wendy e Alice. Sim, uma história erótica com as personagens de "O Mágico de Oz", "Peter Pan" e "Alice no País das Maravilhas". Trancadas ali por causa da opressão e da guerra do mundo masculino do lado de fora, as três começam a contar suas aventuras sexuais, tudo brilhantemente conectado as suas histórias originais pelo gênio britânico Alan Moore. Eu nem comecei a ler ainda, mas só pelo número de críticas considerando a obra brilhante, não vejo a hora de comecer a devorar o volume (no bom sentido). Conselho para todos: nas férias, atualize suas leituras.
(Vim para os laboratórios para baixar o episódio de Heroes que perdi, há duas semanas. Não consegui, mas neste momento olho para o computador da frente e vejo que outro garoto está na mesma situação que eu, com fones de ouvido e baixando coisas. Ninguém tem mais o que fazer nestas férias?!)
Enfim, antes que o post fique longo demais, vou-me embora para sair de longe desta máquina intoxicadora que é o computador. Meu irmão está com um bando de escoteiros em casa e prezo pela segurança do meu Nintendo Wii. Estou suando e o que mais quero hoje é assistir Juno, que vai passar no Telecine Premium antes da sessão das 22h. Comam bastante frutas. Cuidem dos seus joelhos.
Um bom dia e até a próxima.
(E para alegria da nação - e só para ver quem veio até o fim do post - eu conto: fui barrado no Dublin, em Porto Alegre, porque só podia entrar maiores de 21 anos. Detalhe: a minha companheira de viagem naquele sábado, que tem 19, iria passar tranquilamente. Resultado: recuamos duas quadras e fomos no Mulligan, outro bar irlandês na mesma rua. Saboreei um delicioso e legítimo pint irlandês, 462ml de delicioso chopp da terra dos leprechauns, e ainda fui invejado por causa da camiseta da seleção irlandesa que tava usando. Ou seja... as vezes o bar que você passou na frente e considerou "não tão bacana" fica "tri supimpa" quando você é barrado em outro. É a vida...)
(Neste exato momento, estou nos laboratórios de informática da UCS. Vim entregar um livro que eu não podia renovar já que havia alcançado as 20 renovações máximas (maldito Frank Herbert, quem mandou fazer Duna tão grande!). Se alguém souber de mais alguém que alcançou as 20 renovações máximas me avise. E se souberem de alguém que já ficou preso 5 vezes na saída da biblioteca porque seu livro não foi retirado corretamente, avise-me também. Enfim, acabei vindo para os laboratórios me atualizar nas notícias do mundo nerd-pagão e escrever (dar sinal de vida) no blog. Estou com o fone de ouvido ligado no computador e sentado de forma incorreta na cadeira, com a coluna pedindo para doer.)
Ou seja, nada mudou.
Mas tirando isso, é bom estar de férias. Não sei se já contei alguma vez aqui, mas gosto muito de escrever (jura?!). Escrevo o que chamo de histórias em quadrinhos (mas só escrito mesmo) em forma de contos que envio para os meus amigos e habituais leitores. Tempos atrás, comecei a escrever elas a mão, não diretamente no computador, como o habitual. E a diferença é gigantesca. A escrita a mão simplesmente flue mais. As idéias jorram. E o seu único limite é a canseira que dá usar os braços um pouco. Mas toda vez que me canso, eu penso "não, eu vou sair daqui por que minha mão tá cansando e provavelmente vou ir jogar videogame e isso vai ser ridículo" e então fico lá mais um pouco, escrevendo, numa atitude totalmente sadô-masô da literatura. Mas vale a pena. Conselho para todos então: escrevam a mão.
Outra coisa que as férias permitem é por as leituras em dia. Recentemente, na minha ida a Porto Alegre, comprei dois volumes que me deixaram felicíssimos (viva a livraria Cultura - me dissram que vou passar mal se conhecer a FENAC): DC Comics Encyclopedia e Lost Girls. O primeiro, uma enciclopédia do universo dos quadrinhos da DC Comics, foi uma compra tosca, confesso, totalmente fanboy. Ninguém compra uma enciclopédia desatualizada em cinco anos e ainda em inglês. Mas ao mesmo tempo posso falar "cara, tenho uma enciclopédia tri massa e em inglês!" e isso já vale o preço que ela custou. O outro "gibi", se é que podemos chamar assim, é uma história erótica de três mulheres que já bem vividas, ficam presas num casarão austríaco durante a segunda (ou seria primeira?) guerra mundial. Os seus nomes: Dorothy, Wendy e Alice. Sim, uma história erótica com as personagens de "O Mágico de Oz", "Peter Pan" e "Alice no País das Maravilhas". Trancadas ali por causa da opressão e da guerra do mundo masculino do lado de fora, as três começam a contar suas aventuras sexuais, tudo brilhantemente conectado as suas histórias originais pelo gênio britânico Alan Moore. Eu nem comecei a ler ainda, mas só pelo número de críticas considerando a obra brilhante, não vejo a hora de comecer a devorar o volume (no bom sentido). Conselho para todos: nas férias, atualize suas leituras.
(Vim para os laboratórios para baixar o episódio de Heroes que perdi, há duas semanas. Não consegui, mas neste momento olho para o computador da frente e vejo que outro garoto está na mesma situação que eu, com fones de ouvido e baixando coisas. Ninguém tem mais o que fazer nestas férias?!)
Enfim, antes que o post fique longo demais, vou-me embora para sair de longe desta máquina intoxicadora que é o computador. Meu irmão está com um bando de escoteiros em casa e prezo pela segurança do meu Nintendo Wii. Estou suando e o que mais quero hoje é assistir Juno, que vai passar no Telecine Premium antes da sessão das 22h. Comam bastante frutas. Cuidem dos seus joelhos.
Um bom dia e até a próxima.
(E para alegria da nação - e só para ver quem veio até o fim do post - eu conto: fui barrado no Dublin, em Porto Alegre, porque só podia entrar maiores de 21 anos. Detalhe: a minha companheira de viagem naquele sábado, que tem 19, iria passar tranquilamente. Resultado: recuamos duas quadras e fomos no Mulligan, outro bar irlandês na mesma rua. Saboreei um delicioso e legítimo pint irlandês, 462ml de delicioso chopp da terra dos leprechauns, e ainda fui invejado por causa da camiseta da seleção irlandesa que tava usando. Ou seja... as vezes o bar que você passou na frente e considerou "não tão bacana" fica "tri supimpa" quando você é barrado em outro. É a vida...)
Um comentário:
Boas férias. E dia 2 tudo começa na UCS. PS: estourei o limite de renovações com o livro 'O Perfume'. Ele não é longo, mas é bom demais.
Postar um comentário